1. Conheça a carga da irrigação
O ponto de partida são os motores: a potência das bombas e do pivô (em cv ou kW), quantas horas por dia eles trabalham e em quais meses. Essas informações aparecem na placa dos motores e nas contas de energia dos últimos 12 meses.
2. Horário importa
A geração solar acontece de dia. Quando a irrigação também funciona de dia, a energia gerada é usada na hora. Se a irrigação é feita de madrugada, por exemplo para aproveitar a tarifa rural noturna, a energia do dia vira crédito na concessionária e é compensada depois, conforme as regras de geração distribuída.
3. Sazonalidade
Muitas propriedades irrigam mais em alguns meses. O projeto olha a média do ano e o comportamento de cada mês, para que o sistema não fique subdimensionado na seca nem sobre crédito sem uso.
4. Onde instalar
Galpões com boa estrutura e orientação favorecem o telhado. Quando falta área, a instalação pode ir para o solo, com estrutura própria. Distância até o quadro de energia e até a bomba também entra na conta.
5. Rede elétrica da propriedade
Transformador, padrão de entrada e cabos precisam comportar o novo sistema. Uma visita técnica avalia a estrutura existente e o que é preciso para conectar com segurança.
O que separar antes de conversar
- Contas de energia dos últimos 12 meses
- Potência dos motores e horas de uso
- Fotos do galpão ou da área disponível
- Fotos do quadro e do padrão de entrada